terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Entrevista com
Fábio Antonio Gabriel
 
Blog: Publicou seu livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Fábio: Desde 2012 publiquei de forma física os livros com alguns ebooks. Em 2019, publiquei "Minutos de Reflexão", uma obra publicada pela editora Escala e que foi veiculada pela AVON. Foi uma experiência nova e abriu muitas perspectivas como escritor ao ser lançado por uma editora com ótima distribuição. Iniciei publicando com a Editora Multifoco e, no momento, estou publicando pela Editora João & Pedro Editores.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Fábio: Seja perseverante e conquiste seu público paulatinamente. Lute pelo seu sonho de ser um escritor conhecido. O Brasil é um país com poucos incentivos para o escritor iniciante, mas não se deixe dominar pelo desânimo. Siga firme como escritor e saiba escolher uma boa editora, séria e comprometida com a promoção da cultura.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Fábio: A literatura é pouco valorizada no Brasil, infelizmente. Mas, como professor, procuro estimular adolescentes e jovens para a leitura. Pessoas que leem percebem novos horizontes e têm a oportunidade de ver o mundo com outros olhos. É notável a diferença entre alunos que leem e os que não leem, a começar pelo próprio vocabulário.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Fábio: Não sei exatamente o caminho, mas acredito que precisaríamos de estímulo, inclusive financeiro, para o autor iniciante ter condições de sobreviver economicamente enquanto escreve. Atuo mais na área de livros acadêmicos, e os desafios também são grandes, porque temos de custear a produção dos livros sem subsídios que poderiam otimizar os resultados na organização de livros.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Fábio: Procuro utilizar diversos meios para divulgar os livros. O principal deles ocorre mediante lançamento. Sou grato às Livrarias Curitiba, que tem aberto espaço para divulgarmos os livros em lançamento na rede de livrarias. Também somos muito gratos aos blogs, como o seu, que contribuem para a divulgação do escritor ainda desconhecido. As redes sociais também contribuem para a divulgação dos nossos livros.

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Fábio: Sempre gostei de escrever, mas nunca imaginei que seria um escritor. Quando, em 2019, recebi o convite para escrever Minutos de Reflexão pela editora Escala, percebi que poderia ir mais longe do que previra e poderia tornar-me um escritor profissional.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Fábio: A internet possibilita uma democratização da carreira de escritor, porque oferece a oportunidade para autores desconhecidos exporem suas obras e, mesmo, vender os livros em grandes livrarias online. Penso que a internet é uma grande parceira na divulgação das obras do autor iniciante.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Fábio: Parabenizo este blog pela oportunidade de divulgar autores. Acredito que somente a educação e a cultura podem transformar a qualidade de vida de uma nação. Quem quiser conhecer mais meus trabalhos pode visitar o site www.fabioantoniogabriel.com e entrar em contato pelo email fabioantoniogabriel@gmail.com. No referido site também há artigos científicos que escrevi. Desejo-lhe uma boa leitura.

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

Entrevista com 
Ludmila da Silva Lima Bahia
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Ludmila: O pior geminiano comecei publicando online, mas no meio do processo, a pedidos, eu enviei para a Editora Sinna o meu original e ele foi aceito, me enviaram uma proposta que amei e fechei a publicação do livro com eles. Hoje em dia, O pior geminiano só está disponível, completo, online pela Amazon.
Eu acho que as vantagens e desvantagens depende muito do autor e do
público que ele tem. Eu tive as duas experiências e ambas são incríveis. Cada uma tem os seus pontos fortes. Publicar com uma editora consegue dar mais visibilidade para o autor no mundo offline, geralmente as editoras tem contato com eventos literários, feiras literárias e isso ajuda bastante ao autor estreante. Elas também já tem contato com profissionais de toda a cadeia de etapas que o livro vai passar, então conhecem ótimos capistas, diagramadores, revisores. A desvantagem maior, para mim, é que nem todas as editoras dão a possibilidade do autor participar dos processos e escolhas do livro. (o que não foi o que aconteceu comigo). Na publicação online você tem que conhecer um pouco do mercado, conhecer profissionais para ajudar na revisão e formatação do livro e pode ser algo bem solitário. Enquanto na publicação física você tem que dar os seus 50% para ajudar o seu livro crescer, na online é 100%. Fica tudo sobre a sua supervisão e aprovação. Mas isto pode tornar-se um ponto forte e de amadurecimento muito grande. Recomendo as duas experiências.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Ludmila: Se joga! Acredite no seu livro, nas suas histórias. Se enviar para as editoras e receber como resposta que não está bom para o catálogo, tenta entender no que pode melhorar e se mandou para uma editora que publica o gênero da sua história. Procure também saber sobre a publicação independente, procure conhecer o mercado editorial, as editoras que estão em alta e as que não e qual o motivo para isso. No entanto, nada de desistir. Siga o seu coração!

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Ludmila: Eu sempre amei a literatura nacional, mas ainda a acho elitizada, masculina e branca. Estamos mudando a cara da literatura e das publicações, mas isso não acontece da noite pro dia. No entanto, me orgulho cada vez mais de poder ver as obras que produzimos hoje. Dá orgulho demais termos nomes como Conceição Evaristo, Raphael Montes, Eliane Cruz, Elisa Lucinda, Vinícius Grossos, Thati Machado em voga. Ser contemporânea desse povo talentoso é demais para mim!
Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Ludmila: Para valorizar a literatura nacional é necessário investimento e desmistificar vários mitos, principalmente o de que não é possível ter obras incríveis no país. Spoiler: é possível e temos sim. Digo que primeiro é necessário investimento nos autores nacionais e nas pequenas editoras que vem publicando diversos gêneros e obras de qualidade que a demanda das grandes editoras não conseguem captar. Em segundo, pensar na formação de público para esse setor. A maioria dos autores hoje fazem os papéis de divulgadores da literatura nacional, de produtores de boa literatura e também estão nas escolas, parques e bibliotecas fazendo projetos de leitura e formando leitores. Acho que temos que mostrar aos alunos e a população em geral, desde de cedo, o quão talentosos somos e que intelectualidade e literatura é para todo mundo. Todo mundo pode produzir coisas boas! É possível aprender a ser leitor e escritor, na verdade a maioria dos escritores estudará sobre a escrita e sobre o seu próprio processo de produção de livros a vida toda.
Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Ludmila: Hoje em dia contamos com grupos no facebook de divulgação para vários gêneros literários. Também podemos utilizar outras redes sociais como twitter, instagram,fazer anúncios pagos nessas redes sociais, divulgação por parceria, sorteios, cartões de visita, marcadores, chaveiros, banners... Depende muito... Cada forma de divulgação vai ter sua especificidade. O que digo é que o autor tem que observar onde o seu público está ou poderia estar. Um exemplo: você está lançando um livro de romance e a protagonista é uma cozinheira. Você pode começar a divulgar o livro nos grupos de romance no facebook, mas também pode criar um instagram culinário, onde posta receitas (se não sabe nenhuma, publica receita de revistas e sites dando os créditos,com fotos ilustrativas, e depois pode pedir para os seus leitores e seguidores desse instagram mandar as próprias fotos, receitas de família) e também faz a divulgação do livro neste instagram. Seu publico leitor do livro pode se interessar pelo instagram e o publico do seu instagram pode se interessar pelo livro. É uma estratégia de divulgação que pode funcionar, mas se seu público for adolescente ele vai estar procurando sobre culinária no instagram? Ou em redes e sites como
Twitter, Pinterest, Tumblr, Tik Tok? Enfim, então existem várias estratégias possíveis para a divulgação e cada uma vai trazer um resultado diferente de acordo com o seu público.

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Ludmila: Não. Eu comecei a escrever muito cedo, com 9 anos. Com 11 anos participei de um concurso, não ganhei mais tive minha redação exposta no museu da Marinha aqui no Rio e mesmo assim a ideia de publicar um livro e ter uma carreira literária era muito distante para mim. Mas foi a partir do momento que eu comecei a publicar online e alcancei leitores do Brasil todo e fora dele, como em Angola e Moçambique, que eu percebi que sim, essa deveria ser a minha carreira. E tenho planejado cada vez mais me dedicar a isso.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Ludmila: Sim, muito. É uma chance de conexão com os leitores, com produtores de eventos literários, com booktubers, blogueiros e pessoas que amam e se dedicam à literatura. E influencia até na produção das obras do escritor. Hoje em dia temos ferramentas a disposição para irmos em lugares que nunca pensamos ir. Ver empreendimentos, pessoas que inspiram, surgimento de gêneros... Enfim, influencia bastante positivamente. Mas, temos o lado ruim para a carreira que é enfrentar a chance do plágio de sua obra, a pirataria em massa.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Ludmila: Agradeço demais por terem lido até aqui, por estarem comigo em todos os momentos! Esse ano promete e espero poder estar cada vez mais perto de vocês. Aos seguidores do blog que não me conheciam, quero dizer que é um prazer estar por aqui. Abrindo-me para essa entrevista. Se gostou da minha participação, comenta aí para que eu venha mais vezes e me siga nas redes sociais. Muito obrigada, Gabriella Gasparoni!

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Entrevista com 
Susana Alexandra Fernandes Ribeiro da Silva
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Susana: Publiquei em ebook na amazon. Decidi por essa forma de publicação, pois tive uma má experiência com um livro meu por uma editora aqui de Portugal. Eles não cumpriram nem metade do que estava estipulado no contrato, então rescindi e decidi tentar publicar desta forma, pelo menos assim, não tenho problemas com editoras. Quando me sentir com coragem, volto a tentar publicar obras literárias por editora. Para já estou a tentar publicar antologias organizadas por mim na editora Illuminare (“Através do Tempo”), e em breve vou organizar uma antologia pela editora, também brasileira, Bindi. Eu sei que também há desvantagens não sendo por editora, o autor é que tem de fazer tudo: Arranjar capista, diagramador, revisor, fazer publicidade para angariar leitores (e isso é o mais difícil). Mas, devido à minha má experiência, achei que devia fazer essa tentativa, entretanto vou obtendo leitores e quando, no futuro, alguma obra minha sair por editora, sei que vai haver quem compre o livro.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Susana: Procurar saber o que comentam acerca da editora para onde deseja enviar o livro, principalmente com autores que já lá publicaram. Uma espécie de estudo de mercado.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Susana: Eu não sou brasileira, nem estou a residir no Brasil, mas acho que os brasileiros deviam adquirir o hábito de, primeiro experimentarem ler alguns livros de autores brasileiros e só depois estrangeiros. Digo por experiência própria. Eu já li mais de 200 livros brasileiros e acho que os autores brasileiros têm muita criatividade, comparando com autores de fora do Brasil e de fora do meu país (Portugal).

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Susana: Os leitores do país priorizarem a literatura nacional, em vez de pensarem que o que vem de fora é melhor.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Susana: Através do Instagram, do Facebook e tentando arranjar quem resenhe os livros. A melhor forma seria ter dinheiro para pagar a quem fizesse publicidade todos os dias, pois a falta de tempo não ajuda em nada. Há dias que nem consigo publicitar.

Blog: Quando começou a escrever já fazia planos de seguir carreira?
Susana: Comecei a escrever em finais de 2014, quando uma autora brasileira viu uma resenha do livro dela e me disse que eu tinha jeito para escrever. Não penso em seguir carreira de escritora. Sou técnica de computadores e artesã e vou escrevendo histórias e contos. Se tiver sucesso, melhor ainda. Mas o intuito é mesmo poder escrever o que me vem na alma para que os leitores leiam. Nunca pensei em ganhar dinheiro com isso.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Susana: E muito. Se houver negativismo (críticas más) por parte de algum leitor, isso vai influenciar o próximo leitor que está na dúvida se deve ler o livro ou não, a desistir de comprar esse mesmo livro. O contrário também é verdade, mas uma critica negativa perdura mais que uma positiva, o que é muito ruim para o autor em questão.

Blog:Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Susana: Peço que levem em conta que eu sou portuguesa e que pode haver algum vocabulário que estranhem. Eu tento sempre arranjar revisores brasileiros, para que não haja muita estranheza na hora de lerem as minhas histórias. E eu gosto de inovar, portanto o leitor tem de ir já a contar com coisas diferentes do normal. Outra coisa que peço, e que vale para todos os autores, é que cada leitor que comprar o ebook na Amazon e após o ler, deverá avaliá-lo na própria Amazon. Se for uma crítica negativa deverá explicar o que não gostou, os autores necessitam saber isso para melhorarem a sua escrita e não caírem nos mesmos erros. Obrigada pela entrevista. Espero que apreciem a leitura. Seja de minha autoria ou não.

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* As histórias são: “A Floresta dos Amantes” e “A Verdadeira Família” 
* As antologias que organizou de forma independente com autores brasileiros: “Imaginarium”; “Música em Contos 1”; “A Arrogância da Nobreza”; “Portugal e Brasil, Contos Musicais”; “O Livro das Orquídeas”; “Mundo das Imaginações” e “Música em Contos 2” 

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Entrevista com
João Carlos Brambilla
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
João Carlos: Publiquei o livro pelas formas física. As vantagens de publicar-se de forma física são que as pessoas com o livro em mãos poderão fazer o papel de levar às outras pessoas o contributo de um livro bom e acessível para a leitura. Elas farão com que todos possam apreciá-lo. As desvantagens são que nem todos tenham acesso ao livro. Primeiramente, tenho que perceber o interesse dos leitores pelo livro, pois pelo meio físico são poucos exemplares;
Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
João Carlos: É um gratificação enorme estar lançando um livro. É um sonho realizado. Àqueles que querem lançar um livro, não se esmoreçam no caminho. Às vezes podemos até desanimar. Mas vale a pena escrever e lançar um livro, pois é uma satisfação tão grande ver uma pessoa lendo algo que você escreveu;
Blog: Como vê a literatura no Brasil?
João Carlos: A literatura no Brasil hoje em dia está ficando para trás. Vejo pouca procura em ler os livros. Se as pessoas leem, são porque são obrigadas a ler. A não ser se gostam mesmo de ler. É maravilhoso sentir o cheiro de um livro, principalmente se for novo. Abri-lo, folheá-lo. Navegar na história. No entusiasmo da leitura. Procuremos ler mais. Através da leitura, estaremos mais aptos a vivenciar o mundo que vivemos. Pelos meios tecnológicos as pessoas deixam de ler. Mesmo com o fácil acesso à leitura, elas interpretam mau, não produzem boas redações, pois com o acesso a meios fáceis, copiam e colam sem antes ler o que está escrito. Vivemos no mundo do copiar colar. Muitas pessoas obtém livros simplesmente para enfeitar a estante. Nem mesmo folheiam de vez em quando. Por isso, que o Brasil, está ficando para trás em termos de educação, de ensino nas escolas. Acabou-se o interesse pela leitura. Sem a leitura, escrevemos errado e deixamos de aprofundar no mundo fantástico, que é uma boa leitura.
Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
João Carlos: Para que o nosso país, o Brasil, seja mais valorizado em termos de literatura é mister que haja mais interesse dos leitores e escritores incentivarem à leitura. Também as editoras devem fazer com que os livros sejam acessíveis até mesmo para as pessoas mais carentes. Que todos possam ter acesso aos livros e chegam as estantes;
Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
João Carlos: A melhor forma para divulgar o meu livro hoje foi através de Facebook, jornais impressos e on-line, sites. Usei as formas que estiveram ao meu alcance. Se tiver uma excelente repercussão e um incentivo dos leitores, farei com que se expanda por todo o Brasil;
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
João Carlos: Comecei a escrever o meu TCC de Teologia em 2017 e tive incentivo de se tornar um livro. Fiquei pensando muito sobre isso. Até que no ano passado quando apresentei meu TCC e revisto por professores qualificados, decidi publicá-lo. Hoje, com o lançamento e a divulgação, como vejo pessoas entusiasmadas para ler o livro que você escreveu. É uma forma de gratidão enorme em saber o quanto existem pessoas que valorizam o seu potencial pela escrita e produção de um livro;
Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
João Carlos: O recado que deixo para os leitores é que não deixem de ler. Procurem cada vez mais ler e incentivar as pessoas a lerem. Somente assim, seremos e nos tornaremos pessoas com pleno conhecimento para discernir o que será melhor para o nosso futuro. São através de um excelente leitura que buscamos meios eficazes para uma boa compreensão de um mundo melhor para todos, pois aprendemos muitos com os livros. Os livros podem ser até mesmo um aliado contra tudo quanto é tipo de instrumento que venha atrapalhar o desempenho de alguém que almeja ter uma vida brilhante. Por isso, não deixemos de ler e incentivar a leitura tanto nas escolas, quanto na vida pessoal e profissional.
Atenciosamente, João Carlos Brambilla

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domingo, 5 de janeiro de 2020

Entrevista com
Danny Marks
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Danny Marks: Publiquei físico e eBook, independente e por editora. Cada modalidade tem suas características e é preciso um estudo para saber qual a mais interessante para cada autor. Os eBooks pela Amazon tem distribuição no mundo todo (já tive livros físicos vendidos pelo Amazon, versão impressa dos eBooks, para o Reino Unido e EUA, por exemplo). O problema maior é na publicação independente que o autor tem que fazer todo o trabalho de produção (revisão, diagramação, capa, divulgação, venda, entrega, etc) sozinho, a vantagem é que pode trabalhar a margem de lucro e planejar os próximos passos; a desvantagem é que fica com os prejuízos dos erros e tem mais dificuldade de acessar grandes redes e grandes públicos. Não recomendo publicações pagas em que as edições fiquem resumidas a divulgação em sites próprios ou compra por parte dos autores, nesses casos melhor fazer independente mesmo. A maior dificuldade do mercado é a divulgação (que é pequena, mesmo em grandes editoras) e vencer o preconceito contra autores nacionais (que ainda é grande por parte do público).
Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Danny Marks: Eu sempre digo que é preciso um grande estudo para saber como e onde lançar o seu livro para que não caia em armadilhas (ainda assim acaba-se caindo) e não se tenha prejuízos. Precisa saber classificar o seu livro por faixa etária e tipo de gênero para objetivar um público alvo específico. Fazer um bom trabalho de revisão, uma capa profissional, registrar a obra e planejar a divulgação, tudo dentro de um orçamento que não projete grandes retornos imediatos, o retorno é lento e muitas vezes praticamente nenhum durante muitos anos. Pensar em publicação tem que ser ao longo de vários anos, como um projeto de longo prazo que se trabalha incessantemente para que se torne viável. Ou busque uma editora que faça todo o trabalho e aceite o original para impressão, mas não pague por isso. Existem poucas editoras que aceitam originais de autores desconhecidos, mas existem, é preciso garimpar para encontra-las, ver se atendem o gênero que se quer publicar e verificar quais as condições para aceite de obras para análise.
Blog: Como vê literatura no Brasil?
Danny Marks: Evoluindo a passos lentos por causa de modelos de negócio que não privilegiam o estimulo aos novos autores, preferindo apostar nos que já são famosos ou nos estrangeiros. Não há um trabalho na formação de público leitor dos livros nacionais, embora haja muitos leitores ansiosos para conhecerem novas literaturas mais com o perfil brasileiro. Infelizmente ainda vai levar um bom tempo para que as politicas de vendas e publicação no Brasil sejam compatíveis com um mercado de livros nacionais, até lá vamos ter que percorrer o caminho underground mesmo e nos esforçar para fazer diferente.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Danny Marks: Um trabalho conjunto de autores, editores, livrarias para apresentar novos talentos com boas literaturas. Não há muitos concursos literários e quando há são pouco divulgados. Não há um investimento em marketing de livros nacionais a menos que os autores já sejam famosos e vinculados a algum grande veículo de imprensa, ou possam pagar por isso. Se os autores nacionais não são conhecidos, como valoriza-los? É preciso primeiro que os livros nacionais tenham mais espaço nas livrarias, destaque nas mídias, incentivo nas escolas e nos meios de produção cultural para que possam aos poucos ir conquistando o seu público e estimulando os leitores a buscarem autores nacionais. Ainda estamos reféns da politica de vendas de livros americanos que já vem com marketing pronto. Por isso o mercado anda tão mal, ainda não perceberam que o público brasileiro quer saber de autores brasileiros, mas não tem acesso a eles. E os livros brasileiros poderiam ser muito mais baratos, se houvesse um movimento nesse sentido.
Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Danny Marks: Essa é a pergunta do Milhão rsrs. Não há uma formula, o que funciona para uns não funciona para outros. Golpe publicitário? Booktrailer? Campanha de mídia? Depende de quanto está disposto a pagar para ser divulgado e arriscar não ter retorno algum. Eu faço divulgação via redes sociais, booktrailer, banners, participo de eventos literários, palestras, tenho site, faço entrevistas com blogueiros e canais de vídeo, o que aparecer que couber no meu orçamento e puder ser jogado a fundo perdido. Nenhuma divulgação é ruim, mas não há garantias de que qualquer uma delas funcione ou mesmo que uma delas vá fazer com que fique visível. Aí vem a segunda parte, a sua obra tem que se manter, se o primeiro livro fizer sucesso, quanto tempo vai ter para fazer o segundo e aproveitar a fama? Se o prazo for superior a um ano, esqueça, já perdeu a oportunidade e terá que começar de novo. Planeje a carreira, não apenas o livro do momento, o melhor investimento em divulgação é em si mesmo, não no livro. Seja famoso, e será famoso. Simples assim rsrs
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Danny Marks: Eu comecei na infância, quando li Asimov e ele dizia de como fazia para vender seus textos. Claro que era outra realidade, outro planeta praticamente, mas acreditei que poderia. Então tive muitas ideias para uma carreira, a maioria fracassou obviamente. Mas tive alguns sucesso, organizador de antologias, editor, autor independente, publicações formais... Dá para viver de vender livros no Brasil? São raros os que podem viver apenas disso, portanto “carreira de escritor” no Brasil é mais um sonho que um projeto, mas há sonhos que valem a pena viver. Estou nessa há quarenta anos rsrs.
Blog: A internet influencia na carreira do escritor? 
Danny Marks: Sim, a internet é uma mídia que influencia todos, independente de qual ramo se dediquem. É ao mesmo tempo vitrine e vidraça. É preciso cuidado com isso porque o que se diz fica registrado e sempre vai ser resgatado no pior momento que puder. Então quando se apresenta um trabalho, uma divulgação, uma opinião sobre qualquer coisa, é preciso lembrar que isso vai voltar para você em algum momento e é preciso que seja bom que isso volte. Planeje sua figura pública de forma que nunca se arrependa de ter dito a coisa errada no momento errado, o preço é sempre alto a pagar. Mas a internet permite levar seus livros, suas ideias, seus pensamentos e opiniões aos quatro cantos do mundo, e isso vai perdurar por muito tempo, não tem como não ser influenciado por isso.
Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Danny Marks: Valorizem os artista e autores nacionais, deem uma oportunidade, todos nós podemos ganhar muito com isso. Um mercado nacional forte, gera empregos, gera entretenimento, gera cultura com a nossa marca, gera um reconhecimento do mundo dos valores que temos e dos talentos que desenvolvemos. Há muita gente ruim, sem dúvida, mas há muitos mais que são excelentes e é preciso conhecer e aprender a descobri-los, isso ocorre lá fora, os autores que vem para cá importados são os que passaram pela peneira do público estrangeiro. E o que oferecemos ao mundo? Quer livros com os nossos cenários, com tramas elaboradas, com o nosso jeito? Eu sugiro conhecer um tal de Danny Marks, o cara é excelente, pode acreditar. E se não gostar, pode me falar, devolvo o seu investimento. Que tal?
Quero deixar o meu agradecimento a Gabriella Gasparoni e ao blog Mosaico das Leituras pela oportunidade e qualquer dúvida, sugestão, critica ou pedido, basta entrar em contato e tentarei fazer o melhor para atender. Abraços a todos!! Sucesso.
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domingo, 22 de dezembro de 2019

Entrevista com
Leonardo Bonomini de Souza

Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Leonardo: Publiquei das duas formas, o ebook tem maior praticidade, mas nada melhor que ter o livro em mãos, sou leitor a moda antiga.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Leonardo: Procure se informar ao máximo e não cair no papo de qualquer um, pesquise editoras e profissionais do ramo e busque aprender os processos que envolvem desde a publicação até eventos e venda.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Leonardo: O Brasil é um local subestimado na cultura pop, seja leitura ou outros meios de entretenimento, isso tem mudado, porém é um longo caminho, principalmente para a leitura, há muito talento aqui para ser impulsionado.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Leonardo: Primeiro maior unidade entre os meios que promovem a leitura pois todos querem puxar apenas para si, desde as editoras, as distribuidoras, livrarias e meios de divulgação como blogs e redes sociais focadas na literatura, segundo maior incentivo nas escolas e locais com concentração de pessoas como espaços culturais, no final todos acabam ganhando se ajudarem uns aos outros.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Leonardo: Penso que não existe melhor forma, devemos usar todos os meios disponíveis, tanto digitais como físicos, no caso estou sempre disponível nas redes sociais e tem muito material do livro disponível nas redes que citei acima, fotos, vídeos, trechos do livro e afins.

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira
Leonardo: Comecei a escrever em 2005 pequenos textos poéticos e não tinha ideia que chegaria a criar um universo fantástico, foi algo ao mesmo tempo planejado e espontâneo e fico feliz por seguir levar a história adiante para quem se interessar em ler.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Leonardo: A internet influencia em tudo, nas carreiras envolvidas em entretenimento como leitura, séries, filmes e games principalmente.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Leonardo: Agradeço a todos que curtiram o universo que criei e se quiserem trocar ideia estou aqui para falar com vocês, mandem mensagem em qualquer uma das minhas redes sociais, que a Luz guie a cada um que as minhas palavras alcançar, grande abraço a todos.

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domingo, 15 de dezembro de 2019

"(...)o hábito da leitura precisa ser melhor trabalhado na sociedade desde as escolas. Acho também que precisa-se buscar o interesse. Autores nacionais precisam construir seus livros de forma mais cativante ao público. Acho lindo livros clássicos, mas a verdade é que não é uma leitura para todos.(...)"

Entrevista com
Guilherme Schrago
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Guilherme: Tenho contos publicados em forma física, selecionados em diversas coletâneas, algumas já lançadas e outras em processo de editoração (O caso Fylo-Medusa – Editora Diário Macabro. Sangue nas sombras da Noite – Editora Illuminare. Crianças Perversas - Editora Illuminare. El Maligno - Editora Illuminare. Bruxas – Editora Darda O último grão de areia – Vivendo de inventar. Dia de los muertos – A arte do terror. Possessão – Editora Cartola. Contos de fada sombrios – Editora Cartola). E também dois livros meus, lançados apenas em formato e-book, um o Romance de terror A FÁBRICA e o outro O NINHO DOS OVOS PODRES – Três contos sobre o suicídio. Estes se encontram disponíveis para venda na Amazon e gratuitos para quem possui o Kindle Unlimited.
Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Guilherme: Em primeiro lugar, resiliência. Construir um público leitor no Brasil é uma longa e dura jornada. Em segundo lugar, que busquem se preparar para o desafio. A escrita demanda talento, mas também técnica e esforço. Não estou falando de conhecimento da língua, mas sim de conhecimento técnico sobre a construção de um enredo. Existem muitos pontos importantíssimos para construir uma boa estória e manter a atenção do seu leitor ao longo da trama. Muitos escrevem ignorando este fato e o resultado na maioria das vezes é desastroso.
Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Guilherme: Infelizmente não está como gostaríamos. Existem verdadeiras obras primas, mas ao mesmo tempo uma enxurrada de produtos de pouca qualidade. Como mencionei acima, existe muitas vezes desconhecimento sobre coisas básicas que influenciam diretamente no resultado de um bom livro. O mercado também não ajuda ao desenvolvimento dos escritores. A situação econômica acaba restringindo o investimento das editoras, que passam a focar em investimentos menos arriscados como chavões estrangeiros ou produtos nacionais muitas vezes respaldados por mídia prévia do autor em detrimento da qualidade.
Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Guilherme: Um conjunto de coisas. Claro que a educação é a base, pois o hábito da leitura precisa ser melhor trabalhado na sociedade desde as escolas. Acho também que precisa-se buscar o interesse. Autores nacionais precisam construir seus livros de forma mais cativante ao público. Acho lindo livros clássicos, mas a verdade é que não é uma leitura para todos. Quando forçamos um jovem, que não tem ainda desenvolvida a paixão pela leitura, a ler livros clássicos complexos, muitas vezes transformamos a leitura em um castigo, uma obrigação, afastando-o do prazer de ler. Deveríamos conquistar estes jovens leitores com uma literatura mais comercial, mais atual. Desenvolver este hábito como se desenvolve o prazer em assistir uma série na TV ou um filme no cinema. Os clássicos seriam naturalmente buscados depois. Eu costumo dizer aos meus amigos que se alguém escolhe comprar um livro meu, me está dando não só alguns reais, mas também algumas horas da sua vida. É muita responsabilidade. Estou concorrendo não só com autores estrangeiros consagrados, mas também com a TV, o cinema, alguns chopes com os amigos, uma porção de filezinho. O que fará este leitor escolher sentar-se ao sofá para ler o meu livro em vez de todas estas outras opções?
Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Guilherme: Esta pergunta ainda estou descobrindo a resposta. Eu divulgo pela internet. Meu facebook, instagram, em grupos de leitores e autores do gênero do qual faço parte. Eu tenho um segundo livro de terror pronto, que ainda não lancei pois estou pesquisando qual seria a melhor forma de fazê-lo. E já estou finalizando o terceiro e ainda não consegui chegar a esta resposta. Resolvi investir em escrever contos e mandar para antologias, pois achei que seria um caminho interessante para alcançar novos leitores. Este na verdade é o grande desafio do autor. Você pode ser o melhor ou o pior escritor do mundo, mas você só vai descobrir quando conseguir que seus livros sejam conhecidos por um número significativo de leitores, o que você pode acreditar, é um desafio maior do que parece.
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Guilherme: Eu escrevo desde garoto. No início, poesias. Era um hobby. Nunca consegui me dedicar a escrever um romance, pois é algo que toma muito tempo e a minha vida era muito corrida com a minha carreira anterior. Em 2018 eu resolvi mudar e me dedicar 100% à literatura. De lá para cá, produzi dois romances completos, um terceiro de contos e mais de vinte contos soltos lançados em antologias ou disponibilizados em meu perfil gratuito do Wattpad (@guilhermeschrago). Em mais um mês finalizarei o terceiro romance de terror. Vejo que consigo produzir muitas histórias bacanas, com um estilo de terror bem psicológico e interessante para o público. Quero sim seguir carreira na literatura. Não fazia estes planos antes, mas agora faço.
Blog: A internet influencia na carreira do escritor? 
Guilherme: Muito. Como eu comentei, é importante se preparar. Eu sempre fui um leitor muito ativo. Lia muitos livros e isso acabou me deixando com um instinto apurado na hora de escrever os meus livros. Comecei a escrever o primeiro e foi uma batalha maior do que eu esperava. A internet é uma incrível fonte de informação. Nela encontrei material com as técnicas de escrita que mencionei e elas permitiram que a minha mudasse de patamar. Confirmou e explicou coisas que eu sabia por instinto e trouxe uma série de coisas que eu nem imaginava que existiam. Sou outro escritor graças ao que aprendi na internet no último ano. E mudando de ótica, imagino o que era escrever um livro antes da internet. Em meus livros a internet foi uma fonte constante de consulta, me ajudando a tirar dúvidas técnicas, conhecer locais em mais detalhes, o clima, a história, o povo do local, etc. Detalhes que enriquecem qualquer história tornando-a verossímil. Em meu segundo romance ainda não lançado, O CÍRCULO PERFEITO, os personagens fazem uma road trip pela rota 66 nos Estados Unidos, eu havia feito esta viagem há muitos anos e não lembrava mais de todos os detalhes. Refiz toda a rota pelo google maps e pude ver até mesmo as fotos de cada parada da viagem. Incrível. Eu tiro o meu chapéu para quem escrevia antes da internet, tarefa hercúlea!
Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Guilherme: Nada mais importante para um escritor do que os seus leitores. Eu escrevo para vocês. Passei anos viajando em meu trabalho na companhia de Stephen King, Dean Koontz, entre outros. Carreguei as suas histórias e os seus fantasmas sempre comigo. Agora resolvi contar as minhas histórias. Se você gosta de mistério, terror, suspense, dê uma chance aos meus livros e contos. Tenho certeza de que você irá gostar e descobrir que existe literatura nacional também neste gênero.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Entrevista com
Camila Dornas
Blog: Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Camila: Já publiquei das duas maneiras. Meu primeiro livro, A Linhagem, foi publicado pela editora Novo Século e o segundo, Subconsciente, foi publicado pela Literata antes de ir para a Amazon. Publicar um livro físico traz uma emoção incomparável, e você alcança mais leitores, já que nem todo mundo lê e-books. No entanto, publicar online traz bem menos problemas e um lucro maior, na minha experiência pessoal. Claro que cada autor tem a sua experiência com editoras, então, caso queira publicar, meu conselho é analisar bem as opções antes de fazê-lo. <3

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Camila: Tenha paciência, esteja aberto a críticas, seja sempre gentil com seus leitores. Leia e releia o seu livro muitas vezes antes de publicá-lo, e, acima de tudo, esteja preparado para se dedicar a ele. Publicar um livro é só uma parte do processo, você precisa divulgar diariamente pra alcançar e cativar seus leitores.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Camila: A literatura nacional ainda sofre muito preconceito, mas vem aos poucos abrindo caminho e conquistando os leitores. Tenho tanto orgulho de ver meus colegas de trabalho aos poucos conseguirem fazer da escrita seu trabalho integral e sua fonte de renda. Acredito que a tendência é que o mercado se abra cada vez mais aos autores nacionais.
Blog: que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Camila: Creio que os próprios leitores precisam deixar de lado o preconceito. Li tantos escritores nacionais esse ano que sei que, se o leitor estiver disposto a descobrir boas obras, com certeza as encontrará. Se você é leitor e ama nacionais, indique para os amigos, compartilhe, siga o autor nas redes sociais, elogie. Isso faz toda a diferença no mundo.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Camila: Acredito que as redes sociais ainda sejam a melhor forma de divulgação. Vivemos em uma sociedade que consome muito pela internet, que busca informações nela. Então, firmar parcerias com blogueiros, postar diariamente nas redes sociais, ser acessível aos leitores. Tudo isso ajuda muito na divulgação.

Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Camila: Não. De maneira alguma. Eu escrevia porque precisava de um escape da realidade. Foi apenas aos 15 anos, quando recebi uma proposta de uma editora para a publicação de A Linhagem que considerei fazer isso como uma carreira.
Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Camila: Com toda certeza. A internet é uma ferramenta indispensável. Falando como autora e leitora, é ali que as obras e o público se encontram. Eu mesma conheci meus autores nacionais favoritos em alguma rede social.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Camila: Muito obrigada pela apoio e pelo carinho. Sem vocês eu jamais estaria aqui hoje.
Entre em contato/Siga a autora:
E-mail: camiladornasescritora@outlook.com 
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Livros (Todos eles estão disponíveis na Amazon, exceto por 100 canções, que será lançado dia 14/12)  
Subconsciente: Clique aqui
Paraísos Selvagens: Clique aqui
100 canções para salvar sua vida: Clique aqui 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

ENTREVISTA COM
Jardel Baumhardt.
Blog: Qual o titulo do livro e a sinopse dele? Como comprar o livro?

Jardel: Meu livro se chama Nascidos Para Sofrer, que conta a história de uma família que sai em busca da sobrevivência, em um mundo que repentinamente se transformou em um caos. A mudança pode ser vista, não apenas em quem se tornou zumbi, mas também nos sobreviventes, que se tornaram hostis. Em paralelo, um grupo de cientistas está tentando desvendar essa transformação misteriosa. Uma história que se passa em um universo próprio, tendo Germal como cenário. Ele pode ser comprado pelo site do Clube de Autores e pela Amazon.

Blog:Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu?
Jardel: Publiquei de forma online, principalmente por ter feito tudo de forma independente, inclusive a edição e a arte de capa. Eu entrei em contato com editoras e fui respondido, mas as condições para a publicação não estavam ao meu alcance no momento, tentei fazer a publicação por editora por ter várias vantagens, mas lancei online e foi um sonho realizado. No meu caso, a vantagem para a publicação online foi não ter gastos para isso, já a desvantagem foi ter todo um trabalho extra, que a editora teria para deixar o meu livro do jeito que eu queria. Mas no final das contas não foi tão desvantajoso assim, adoro poder fazer eu mesmo.

Blog: Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro?
Jardel: Lance. Se o seu sonho é ser um escritor, escreva! Só de escrever você se torna um escritor. Se quer ser um escritor publicado, corra atrás. Ser publicado por uma editora é possível, mas não é fácil e vai depender de você conseguir esse espaço no mercado editorial. E também tem a opção de se publicar sozinho, que foi o meu caso. Só lance o seu livro.

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Jardel: Por mais ambicioso que um escritor possa ser, a literatura no Brasil é uma questão complicada. Ainda que tenhamos escritores fantásticos, não falamos deles, não compramos seus livros e não colocamos eles nas nossas listas de Autores Favoritos. E digo isso em uma visão ampla do cenário, convivi com pessoas de várias partes do Brasil e sempre é o autor internacional que tem espaço nas suas prateleiras. Não estou dizendo que não gosto de ler obras internacionais, pelo contrário, mas estou dizendo que devemos valorizar mais o que é nosso, fazer os de fora dividir o espaço com a gente e não o contrário.

Blog: O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada?
Jardel: Destaque. Falar sobre as obras nacionais, os autores. Dar espaço para que o público veja que a literatura nacional é interessante, que abordamos todos os estilos literários e que sabemos escrever, que sabemos contar histórias.

Blog: Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Jardel: Minha divulgação ainda está no início, estou divulgando principalmente para as pessoas que conheço, enviando link de onde podem encontrar e contando sobre meu livro. Quero principalmente que as pessoas saibam e queiram ler o meu livro. Não sei dizer qual a melhor forma de fazer a divulgação, mas acredito que falar da obra é um caminho.
Blog: Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira?
Jardel: Comecei a escrever com doze anos, ao mesmo tempo que sonhava em seguir carreira de escritor, também sonhava com outras vinte carreiras e que era possível ser tudo ao mesmo tempo. Quando publiquei foi outra história, já tinha passado por coisa de mais para dizer “Agora vai”. Publiquei para ser lido e saber que realizei um sonho.

Blog: A internet influencia na carreira do escritor?
Jardel: No meu caso não, comecei a escrever aos doze, a internet não tinha muito espaço na vida das pessoas. Mas acredito que mesmo hoje em dia, não.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Jardel: A literatura é maravilhosa, um monte de letras pode te fazer imaginar um mundo inteiro, então imagina como funciona a cabeça de quem escreveu esse monte de letras. Realizar um sonho é sempre bom, mas muitas vezes só é possível se tiver alguém para te incentivar. Adoraria ver um cenário onde a literatura nacional tenha realmente conquistado o espaço que merece, mas para isso precisa de apoio dos leitores. Procure por livros nacionais, veja os autores, leia!
Atenciosamente, Jardel Baumhardt.

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