Mostrando postagens com marcador escritores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escritores. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de agosto de 2020

Entrevista com Ana Cláudia Esquiávo


Publicou o livro de forma física ou online? Quais as vantagens e desvantagens de se publicar pela forma que escolheu? Ambos. As vantagens do online é poder ser lida em qualquer plataforma que permita esta leitura, como celulares, tablets e kindle. Principalmente durante esta pandemia onde a venda do online aumentou bastante. Já a vantagem do físico é proporcionar ao leitor a experiência tradicional de lê-lo com aquele cheiro ótimo de página de livro, que eu adoro.

Qual o seu conselho para as pessoas que querem lançar um livro? Formem um público leitor, façam parcerias com igs literários, booktubers e blogueiros. Não tenham vergonha de divulgar seu livro, pois é seu trabalho. Um leitor é tão importante para um autor quanto os alunos são para os professores. Sem público não há autor.

Como vê a literatura no Brasil? Com preocupação, confesso, pois atualmente vemos muitas livrarias físicas fechando. Mas hoje vejo muitos jovens cultivando o hábito da leitura, o que não era tão incentivado na minha época de adolescente. Espero que estejamos formando uma geração de leitores e que valorizem a literatura, que é tão importante para o Brasil.

O que é preciso para que a literatura nacional seja mais valorizada? Incentivar as crianças desde cedo a terem o hábito da leitura.  Meu esposo fala que na sua infância os livros eram dados como modo de castigo. Dói muito ouvir isso. A leitura precisa ser prazerosa. Outro aspecto é a valorização dos autores brasileiros. As pessoas precisam conhecê-los mais. Há excelentes escritores no Brasil.

Como faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma? Pelas redes sociais, que são as principais aliadas dos escritores, pois é o local onde seu público está. As resenhas e parcerias com os influenciadores também ajudam bastante o trabalho do autor. E o contato físico com os leitores nas feiras literárias. Além de ser uma experiência prazerosa para o autor, o ajuda a conquistar seu público. 

Quando começou a escrever, já fazia planos de seguir carreira? Sempre gostei de escrever e a matéria que eu mais gostava na escola era redação. Comecei a escrever em 2012, quando eu casei, mas só lancei meu livro na primeira edição em 2015.

A internet influencia na carreira do escritor? Sim, sem dúvidas. Tanto no aspecto da pesquisa, que é importante para desempenharmos um trabalho de qualidade, quanto no aspecto de alcançarmos nossos leitores.

Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog: Se vocês gostam de romance policial com mulheres fortes, decididas, leiam Vidas Roubadas. Conta a história da estilista Joana, presa inocentemente pelo roubo de um bebê e da jornalista Alexia, ameaçada ao investigar uma quadrilha de tráfico infantil. A vida delas dá um giro de 360 graus quando elas se conhecem e se unem para desbaratar a quadrilha. É uma história de superação, de luta e com uma forte dose de suspense.

Siga/Entre em contato com a autora:
Instagram, clique aqui
Facebook, clique aqui
Skoob, clique aqui
Google Reads, clique aqui
Livro disponível na Amazon (aqui) - (As pessoas que o avaliarem e resenharem ganharão marcadores). O livro também estará disponível no site do Editorial Eco Literário.

sábado, 4 de novembro de 2017

Olá, leitores de todo o Brasil!!! 
A entrevista de hoje é com Marconi Santos!
Encantem-se!!!





Blog: Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
Marconi: Minha maior alegria, é saber que a fonte de inspiração nunca acaba, o que faz com que tenhamos sempre uma história nova para saborear e uma infinidade de talentos que surgem a cada dia. Porém, é uma pena que poucos tenham a oportunidade e a perseverança para seguir em frente e ocupar um lugar ao sol, já que o sistema utilizado pelas editoras, às vezes, desanima.

Blog: Como descobriu seu gosto pela leitura?
Marconi: À princípio, a leitura era apenas uma fuga das dificuldades em me socializar, já que fui uma criança muito tímida, mas, com o tempo, percebi que já não lia mais para fugir e sim, pelo prazer de me deixar envolver em uma nova aventura.

Blog: Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Marconi: Na verdade, eu não tenho uma linha específica pela qual eu sigo. As histórias surgem e dou asas. Por exemplo: Em "O Último Discípulo de Tawan" rolou uma aventura envolvendo corrupção, política, assassinatos, etc., já em "Aparições e Mineirices do Isidoro" o cenário é outro, um romance regional épico, divertido, que traz uma linguagem típica mineira, o que foi seguido pelo romance "Procissão dos Mortos. "Entre Anjos e Ratos", meu mais novo trabalho, além de ser escrito na primeira pessoa, se baseia no drama de um portador de Alzheimer e sua visão do mundo. Então, não há um segmento específico. A inspiração em cada trabalho varia de acordo com o momento de cada um. Pode partir de uma frase que ouço, um gesto, uma situação, ou seja, apesar de não saber o que vou escrever, praticamente tudo, me serve de inspiração.

Blog: Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Marconi: Não. Sempre gostei de escrever, mas nunca havia passado por minha cabeça seguir uma carreira de escritor, tanto é, que "O Último Discípulo de Tawan" passou quinze anos numa gaveta e só em 2013, resolvi mostrá-lo.


Blog: Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Marconi: Tive uma experiencia com uma editora, da qual não fui muito feliz. Hoje sou independente e uso as redes sociais para fazer a divulgação. Para o autor desconhecido, a melhor forma, além das redes sociais, são os concursos espalhados pelo país.

Blog: Uma frase que te define?
Marconi: Uma frase que me define... Um cara que adora contar histórias!

Blog: Como vê a literatura no Brasil?
Marconi: O Brasil é um país rico em sua cultura, porém, as linhas editoriais ainda seguem um padrão estrangeiro para publicação, e isso, acaba descartando uma grande parcela  de autores de muita competência do mercado literário.


Blog: O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Marconi: Acredito que é preciso um trabalho maior de incentivo por parte das escolas, despertando assim, o interesse pela leitura, além do apoio dos órgãos públicos e grandes empresas, na criação de feiras e bibliotecas abertas.

Blog: Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Marconi: A todos os leitores e seguidores do blog, agradeço de coração e espero poder compartilhar ainda, muitas histórias.


Pessoal, vou deixar aqui os links dos livros do Marconi Santos.
Não esqueçam de deixar seu comentário e compartilhar com os amigos!!!

Clube de autores: Marconi Santos 
Amazon: clique aqui

domingo, 29 de outubro de 2017

Olá, pessoal!!! A entrevista de hoje é com Ana Laura Marins, 
uma escritora mega encantadora. 

Vamos lá? Não esqueça de deixar seu comentário e 
compartilhar com os amigos!!!



1. Qual a sua maior alegria e a maior dificuldade no mundo literário?
Ana Laura: Minha maior alegria é ter a oportunidade de compartilhar com outras pessoas minhas histórias e ideias, saber que elas podem contribuir para abrir as portas da literatura a alguém. Acho que a maior dificuldade é a luta diária que todo escritor, acredito eu, enfrenta. De divulgar, prender a atenção do público e criar interesse nas pessoas, não só para meus livros, mas para o mundo literário em si.

2. Como descobriu seu gosto pela leitura?
Ana Laura: Sempre tive muito incentivo em casa, meus pais compravam livros, me levavam à feiras, liam histórias antes de eu dormir... Os livros foram meus primeiros amigos, e amigo de infância a gente nunca esquece, não é? Hahahaha. Os livros sempre estiveram muito presentes na minha vida, acho que esse amor se moldou aos poucos até desabrochar totalmente mais tarde.

3. Além da escrita, você também tem uma paixão por piano e dança? Fale sobre isso.
Ana Laura: Sim! São minhas outras paixões. Toco piano desde os quatro anos, e iniciada no mundo da dança pelo balé, já fiz inúmeras outras aulas, como jazz, hip-hop, sapateado e ginástica rítmica. A música foge um pouco da realidade, dançar, me expressar sem palavras. Acho que essas duas outras atividades me permitem ser ainda melhor como escritora, uma complementa a outra, e não vivo sem elas de jeito nenhum!

4. Sobre o que gosta de escrever? De onde tira a inspiração para suas histórias?
Ana Laura: Adoro escrever fantasia, é meu gênero preferido de literatura  Como sempre fui muito imaginativa e sonhadora, criar mundos novos e diferentes é como um refúgio. Mas, além disso, amo escrever crônicas, escrever sobre o que eu sinto, como eu vejo o mundo. Acho inspiração em cada cantinho desse mundo gigante, do meu círculo de amizades, experiências. A vida é minha grande inspiração.

5. Quando começou a escrever, já pensava em seguir carreira?
Ana Laura: Confesso que, no início, não pensava muito nisso. Comecei a escrever pequenos contos aos dez anos, que vinham a minha cabeça e que eu sentia precisarem ser escritos. Depois, simplesmente não consegui mais parar! Faz parte de mim, é o que me faz sentir viva. Agora, tenho certeza que quero seguir essa carreira.

6. Como se vê daqui a 10/15 anos?
Ana Laura: Espero estar feliz acima de tudo, independente do que estiver fazendo. Em tantos anos, muitas coisas podem acontecer e virar a vida de cabeça para baixo, mas espero continuar sonhando e escrevendo muito, é claro! Não poderia imaginar um futuro melhor que esse.

7. Como você faz para divulgar o livro? Qual a melhor forma?
Ana Laura: Divulgo bastante nas minhas redes sociais, principalmente no Instagram, que é o meu favorito. Gosto de estar sempre ativa na internet, participar de feiras literárias, grupos de escritores no Facebook... Não existe uma fórmula, é difícil divulgar, mas acho que o essencial é saber seu público alvo, conhecer pessoas do ramo e usar a internet ao seu favor. Isso ajuda muito!


8. Uma frase que te define?
Ana Laura: Sou uma pessoa de fases, cada momento, uma me define melhor. Acho que nesse período a que melhor me define é: “Gosto do impossível, porque lá a concorrência é menor.” – Walt Disney

9. Como vê a literatura no Brasil?
Ana Laura: Vejo como em desenvolvimento. Ainda temos muito o que melhorar, os livros continuam inacessíveis a muitas pessoas e o incentivo, não só nas escolas, mas dentro de casa, está muito em falta. Temos muitos autores nacionais excelentes, e mais um problema é a busca por autores internacionais, unicamente, pelos leitores brasileiros. Temos que começar a conhecer os escritores da nossa casa antes.

10. O que é preciso para que a literatura no Brasil seja mais valorizada?
Ana Laura: Incentivo dentro de casa, principalmente e acima de tudo. Eu tive a sorte de cair em uma família que valoriza muito a literatura, e eu acredito que isso é essencial na formação de leitores: o exemplo do família. Assim, as crianças já crescem dando valor aos livros.

11. Lançou o livro de forma independente por editora? Como comprar o livro?
Ana Laura: Lancei meu primeiro livro de forma independente, aos onze anos. Ele está disponível no meu blog: Meu faz de conta

12. Deixe um recado para seus leitores e seguidores do blog:
Ana Laura: Queria agradecer a cada um pelo carinho, meus amores! Pela troca de experiências, por me seguirem na minha vida cheia de loucuras e por permitirem que minhas histórias se eternizem. Eu adoro vocês, nunca esqueçam de acreditar nos seus sonhos e, principalmente, em vocês mesmos! Um beijo!


Email da autora: contato@meufazdeconta.com.br